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	<title>Armazém da Alergia - Construindo uma vida mais saudável</title>
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	<description>O local especializado em produtos nas linhas alimentar, respiratória e dermatológica para pessoas alérgicas.</description>
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		<title>FOOD REVOLUTION DAY</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 14:18:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armazém da Alergia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje, 19 de maio, acontece o FOOD REVOLUTION DAY, um idéia encabeçada pelo chef Jamie Oliver e que tem por objetivo promover ações em prol de uma “comida de verdade”, saudável, gostosa e nutricionalmente adequada. Por todo o mundo as pessoas que aderiram à idéia estarão com ações das mais variadas, de workshops a refeições [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Hoje, 19 de maio, acontece o <a  href="http://foodrevolutionday.com/" target="_blank">FOOD REVOLUTION DAY</a>, um idéia encabeçada pelo chef Jamie Oliver e que tem por objetivo promover ações em prol de uma “comida de verdade”, saudável, gostosa e nutricionalmente adequada.</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong>Por todo o mundo as pessoas que aderiram à idéia estarão com ações das mais variadas, de workshops a refeições coletivas mas o interessante é que todos compartilhem algo sobre alimentação saudável.</strong></p>
<p><strong>Nós do Armazém da Alergia optamos por falar sobre o início da alimentação de todos os seres humanos, o primeiro passo, o aleitamento materno, aproveitando inclusive que hoje também é o dia nacional de doação de leite materno. Para isso, reproduziremos um texto da OPAS – Organização Pan-Americana de Saúde.</strong></p>
<p><strong>E você o que pensa sobre alimentação saudável? O que faz para ensinar seus filhos sobre alimentação? Compartilhe com a gente!</strong></p>
<p><strong>Ah! Obrigada ao <a  href="http://www.comerrezando.com/" target="_blank">Comer Rezando </a>pela informação!</strong></p>
<p>&#8220;Amamentação</p>
<p>(Atualizado em junho de 2003)</p>
<p>A amamentação é a melhor maneira de proporcionar o alimento ideal para o crescimento saudável e o desenvolvimento dos recém-nascidos, além de ser parte integral do processo reprodutivo, com importantes implicações para a saúde materna.</p>
<p>A Organização Mundial de Saúde recomenda, para a população em geral, que os bebês recebam exclusivamente leite materno durante os primeiros seis meses de idade. Depois dos seis meses, com o objetivo de suprir suas necessidades nutricionais, a criança deve começar a receber alimentação complementar segura e nutricionalmente adequada, juntamente com a amamentação, até os dois anos de idade &#8211; ou mais.</p>
<p>Para fazer com que as mães consigam amamentar exclusivamente, até os seis meses, a OMS e o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) recomendam ainda:</p>
<p>1) iniciar a amamentação nas primeiras horas de vida da criança;</p>
<p>2) amamentação exclusiva, ou seja, o lactante recebe apenas leite materno, sem nenhum outro alimento ou líquido, nem mesmo água;</p>
<p>3) que a amamentaçãoaconteça sob demanda, ou seja, todas as vezes que a criança quiser, dia e noite;</p>
<p>4) não usar mamadeiras nem chupetas.</p>
<p>A recomendação sobre amamentação exclusiva até os seis meses é resultado da reunião de especialistas que, em março de 2001, se reuniu em Genebra e analisou as pesquisas recentes sobre o assunto. O relatório do encontro (A54/Inf.Doc/4) está em PDF, nos endereços: www.who.int/gb/EB_WHA/PDF/WHA54/ea54id4.pdf (inglês) e www.who.int/gb/EB_WHA/PDF/WHA54/sa54id4.pdf (espanhol).</p>
<p>Informações detalhadas e acesso aos documentos também estão nas páginas sobre Amamentação do Departamento de Saúde e Desenvolvimento da Criança e do Adolescente da OMS, em <a  href="http://www.who.int/child-adolescenthealth/">http://www.who.int/child-adolescenthealth/</a> NUTRITION/infant_exclusive.htm</p>
<p>O Ministério da Saúde do Brasil determina como norma o aleitamento materno exclusivo até o 6º mês de vida, complementado com outros alimentos a partir desta idade e mantido até o segundo ano de vida ou mais. Veja o Guia alimentar para crianças menores de 2 anos do Ministério da Saúde e da OPAS (arquivo em PDF): http://www.opas.org.br/publicmo.cfm?codigo=43</p>
<p>Vantagens do leite materno</p>
<p>O leite materno é o alimento natural para os bebês. Ele fornece toda a energia e os nutrientes que o recém-nascido precisa nos primeiros meses de vida e continua a fornecer até metade ou mais das necessidades infantis durante a segunda metade do primeiro ano &#8211; e até um terço durante o segundo ano de vida. O leite materno promove o desenvolvimento sensor e cognitivo da criança, além de protegê-la contra doenças crônicas e infecciosas &#8211; leite contém linfócitos e imunoglobinas que ajudam o bebê a combater infecções. A amamentação exclusiva reduz a mortalidade infantil por enfermidades comuns da infância, como diarréia e pneumonia, e ajuda na recuperação de enfermidades. Crianças alimentadas com leite materno normalmente dobram de peso do nascimento até os seis meses. O leite materno, além disso, é barato e não corre o risco de ser contaminado com bactérias, como pode acontecer com as mamadeiras e leite em pó. Devido às vantagens nutricionais do leite materno, ao seu papel na defesa contra infecções e os riscos do desmame precoce, a OMS está coordenando um estudo multicêntrico em alguns países. O objetivo é desenvolver um padrão de crescimento de crianças amamentadas exclusivamente com leite materno e complementadas com outros alimentos aos 4 e aos 6 meses de vida. Os resultados ainda não estão concluídos. No entanto, em todo o mundo, poucas crianças são alimentadas exclusivamente com leite materno por mais de algumas semanas. Mesmo em sociedades onde a amamentação é a regra, as mães normalmente introduzem alimentação complementar ou líquidos muito cedo.Uma das razões mais comuns dadas pelas mães, mundo afora, para justificar a interrupção da amamentação ou a introdução de outros alimentos, é a crença de que não terão leite suficiente ou que a qualidade do leite deixa a desejar (ver <a  href="http://www.who.int/child-adolescenthealth/">http://www.who.int/child-adolescenthealth/</a> publications/NUTRITION/Up_21.htm). Nem a administração de chás, água e sucos é recomendada antes dos seis meses (ver <a  href="http://www.who.int/childadolescent-health/publications/NUTRITION/Up_9.htm">http://www.who.int/childadolescent-health/publications/NUTRITION/Up_9.htm</a>).</p>
<p>Ações e desafios</p>
<p>Embora seja um ato natural, a amamentação é também um comportamento aprendido. Amplas pesquisas já demonstraram que tanto as mães quanto profissionais de saúde e assistentes necessitam de encorajamento e apoio para manter práticas apropriadas de amamentação.</p>
<p>Em 1992, a OMS e o Unicef lançaram o programa &#8220;Hospital Amigo da Criança&#8221;, como estratégia de promoção da amamentação e fortalecimento dos serviços de saúde. Recebem o título as instituições que estimulam a amamentação exclusiva e imediata aos recém-nascidos e onde os bebês permanecem todo o tempo ao lado das mães. A iniciativa tem como base principal os &#8220;Dez passos para uma Amamentação bem sucedida&#8221;, cuja eficácia já foi comprovada. O relatório de avaliação dos &#8220;Dez Passos&#8221; pode ser encontrado a partir da página <a  href="http://www.who.int/child-adolescenthealth/">http://www.who.int/child-adolescenthealth/</a> publications/NUTRITION/WHO_CHD_98.9.htm, em inglês e espanhol.</p>
<p>De 1995 a 1999 o número de hospitais amigos das crianças subiu de 4.300 para mais de 16 mil em 171 países, o que contribuiu para melhorar a prática da amamentação exclusiva no mundo inteiro. Ainda é necessário, porém, ampliar o mesmo tipo de apoio ao sistema de saúde em geral e não apenas àqueles que t6em serviço de maternidade (ver www.who.int/nut/inf.htm).Página do Ministério da Saúde sobre Hospital Amigo da Criança: http://www.saude.gov.br/sps/areastecnicas/scriança/aleitamento/iniciativa.htm</p>
<p>Desde 1981, além disso, existe o Código Internacional para o Mercado de Substitutos do Leite Materno (www.who.int/nut/documents/code_english.pdf), que regula o comportamento e dá diretrizes éticas aos fabricantes de produtos substitutos do leite materno, como evitar a propaganda direta dos produtos junto às mulheres, gestantes e comunidades. Atualmente, 160 países já tomaram medidas para implementar o Código.</p>
<p>Estratégia Global</p>
<p>Em 2002, os países-membros da OMS endossaram, durante a Assembléia Mundial de Saúde, a Estratégia Mundial para Alimentação do Lactante e da Criança Pequena, com o objetivo de revitalizar esforços para promover, proteger e dar apoio apropriado à alimentação de lactantes e crianças pequenas. Foi elaborada a partir de iniciativas passadas, como os Hospitais Amigos da Criança e a Declaração Innocenti e se direciona às necessidades de todas as crianças, incluindo aquelas que vivem em circunstâncias difíceis, como filhos de mães infectadas com HIV, bebês de baixo-peso e crianças em situações de emergência. Para mais informações e documentos sobre a estratégia, ver <a  href="http://www.who.int/childadolescent">http://www.who.int/childadolescent</a>- health/NUTRITION/global_strategy.htm. Para saber mais sobre Amamentação e Aids, ver <a  href="http://www.who.int/child-adolescenthealth/">http://www.who.int/child-adolescenthealth/</a> NUTRITION/HIV_infant.htm.</p>
<p>A estratégia pede por ação nas seguintes áreas:</p>
<p>• Todos os governos devem desenvolver e implementar uma ampla política sobre alimentação do lactante e da criança pequena, no contexto de suas políticas nacionais de nutrição, de saúde reprodutiva, para a criança e para redução da pobreza.</p>
<p>• Todas as mães devem ter acesso a assistência profissional e técnica para iniciar e manter a amamentação exclusiva nos primeiros seis meses da criança e para assegurar a introdução, no período correto, de alimentação complementar adequada e segura, juntamente com a amamentação até os 2 anos de idade ou mais.</p>
<p>• Os profissionais de saúde devem ser capacitados para fornecer aconselhamento adequado sobre amamentação e tais serviços devem ser estendidos às comunidades, por meio de treinamento de assistentes.</p>
<p>• Os governos devem rever os progressos obtidos com a implementação, a nível nacional, do Código Internacional do Mercado de Substitutos do Leite Materno, e considerar a necessidade de novas leis e medidas adicionais destinadas a proteger as famílias da influência da propaganda destes produtos.</p>
<p>• Os governos devem adotar leis que protegem os direitos das mulheres trabalhadoras de amamentar e estabelecer meios para que este direito seja reforçado.</p>
<p>Fonte: <a  href="http://www.opas.org.br/sistema/fotos/amamentar.pdf" target="_blank">OPAS &#8211; Amamentação</a></p>
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		<title>A importância do conhecimento do perfil sensorial para intervenções com crianças autistas</title>
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		<pubDate>Thu, 03 May 2012 09:51:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armazém da Alergia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A importância do conhecimento do perfil sensorial para intervenções com crianças autistas é o título de um Workshop que acontecerá no próximo final de semana, aqui em Salvador. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A importância do conhecimento do perfil sensorial para intervenções com crianças autistas é o título de um Workshop que acontecerá no próximo final de semana, aqui em Salvador.</p>
<p><a  href="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/worhshop-autismo.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-519" title="worhshop-autismo"><img class="aligncenter size-medium wp-image-520" title="worhshop-autismo" src="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/worhshop-autismo-219x300.jpg" alt="" width="219" height="300" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>II Feira de Saúde &#8220;Vamos Respirar&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2012 09:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armazém da Alergia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia 03 de maio é o dia mundial da Asma. Aqui em Salvador, entre vários  eventos, acontecerá a II Feira de Saúde &#8220;Vamos Respirar&#8221; promovida pela Escola de Enfermagem da UFBA. Saiba mais! &#8220;A asma brônquica é uma doença pulmonar frequente e que está aumentando em todo o mundo. Para chamar a atenção sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 03 de maio é o dia mundial da Asma. Aqui em Salvador, entre vários <a  href="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/asma.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-516" title="asma"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-517" title="asma" src="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/asma-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> eventos, acontecerá a II Feira de Saúde &#8220;Vamos Respirar&#8221; promovida pela Escola de Enfermagem da UFBA. Saiba mais!</p>
<p>&#8220;A asma brônquica é uma doença pulmonar frequente e que está aumentando em todo o mundo. Para chamar a atenção sobre a asma brônquica, um problema de saúde pública, o Núcleo de Renascimento Elisabeth Kuler-Ross da Escola de Enfermagem da Ufba (Nurekr), realiza no próximo dia 5 de maio, a II Feira de Saúde “Vamos Respirar”.</p>
<p>O evento acontece das 10h às 16h, no Parque Metropolitano de Pituaçu e celebra o Dia Mundial de Combate a Asma. Segundo a professora Assistente e Doutoranda em Medicina e Saúde da Escola de Enfermagem da UFBa, Ana Carla Carvalho Coelho, o evento busca popularizar o conhecimento sobre a enfermidade, sensibilizar populações, pacientes, familiares e governos.</p>
<p> Esta feira que acontece de forma gratuita, é uma iniciativa de docentes e alunos dos Núcleos de Pesquisa Ativar – Atenção Interdisciplinar no Cuidado às Afecções Respiratórias e Gestão de Serviços de Doenças Respiratórias Crônicas (Ativar) e do Nurekr da Escola de Enfermagem da UFBa.</p>
<p>O objetivo principal da Feira é popularizar o conhecimento científico para a produção, prevenção e promoção da saúde do aparelho respiratório através de atividades educacionais, jogos interativos, atividades esportivas, stands expositivos e avaliação da saúde.</p>
<p>O que é asma – A asma é uma enfermidade caracterizada por limitação do fluxo aéreo de forma recorrente, podendo levar indivíduos a consultas não eletivas, visitas às emergências, hospitalizações, aposentadorias precoces, diminuição da qualidade de vida e, por vezes, a morte evitável. Além do enorme impacto para o indivíduo, família e sociedade, ainda é responsável por elevado consumo de recursos de saúde, tendo sido a 4ª causa de internação no SUS em todo Brasil em 2002, dentre as doenças respiratórias.</p>
<p>Aqui em Salvador, cerca de 24,6% (1/4) dos adolescentes relatam ter sibilância (chiado no peito). Por conta disso, ocorrem cerca de 500 hospitalizações e 42 mortes anualmente devido à asma nesta cidade.A boa notícia é que esta enfermidade pode ser controlada adequadamente.</p>
<p>Tratada como um problema de saúde pública mundial, tem-se beneficiado de algumas ações para seu controle. A meta mundial sugerida pela Gina (Global Iniciative for Control Asthma/ Iniciativa Global contra a Asma), aliada à Gard-OMS (Global Aliance for control Respiratories Diseases/ Aliança Global contra Doenças Respiratórias Crônicas &#8211; OMS), é de reduzir em 50% as internações por asma até 2015 em todo o mundo.</p>
<p>Participam das atividades da Feira, cerca de 75 extensionistas de enfermagem, nutrição, medicina, assistência social, educação física, orientados por docentes e pesquisadores da Universidade Federal da Bahia.</p>
<p>Características – Esta doença se caracteriza pela inflamação crônica das vias aéreas, o que determina o seu estreitamento, causando dificuldade respiratória. Este estreitamento é reversível e pode ocorrer em decorrência da exposição a diferentes fatores desencadeantes (“gatilhos”). Esta obstrução à passagem de ar pode ser revertida espontaneamente ou com uso de medicações. As vias aéreas são tubos que dão passagem ao ar.</p>
<p>Elas iniciam no nariz, continuam na faringe e laringe (cordas vocais) e, no pescoço, tornam-se um tubo largo e único chamado traqueia. Já no tórax, a traqueia divide-se em dois tubos (brônquios), direito e esquerdo, levando o ar para os respectivos pulmões. Dentro dos pulmões, os brônquios vão se ramificando e tornam-se cada vez menores, espalhando o ar.</p>
<p>Como se desenvolve</p>
<p>As pessoas asmáticas reagem demais e facilmente ao contato com qualquer estímulo.</p>
<p>Dentre estes, os mais comuns são:</p>
<p>- alterações climáticas</p>
<p>- contato com a poeira doméstica,</p>
<p>- mofo,</p>
<p>- pólen,</p>
<p>- cheiros fortes,</p>
<p>- pelos de animais,</p>
<p>- gripes ou resfriados,</p>
<p>- fumaça,</p>
<p>- ingestão de alguns alimentos ou</p>
<p>- medicamentos.</p>
<p> Sintomas da asma</p>
<p>Podem aparecer a qualquer momento do dia, mas tendem a predominar pela manhã ou à noite. A asma é a principal causa de tosse crônica em crianças e está entre as principais causas de tosse crônica em adultos</p>
<p>- Tosse &#8211; que pode ou não estar acompanhada de alguma expectoração (catarro). Na maioria das vezes, não tem expectoração ou, se tem, é tipo “clara de ovo”;</p>
<p>- Falta de ar</p>
<p>- Chiado no peito (sibilância)</p>
<p>- Dor ou “aperto” no peito&#8221;</p>
<p>Fonte: <a  href="http://www.tribunadabahia.com.br/news.php?idAtual=113698" target="_blank">Tribuna da Bahia</a></p>
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		<title>Espaçador de Alumínio &#8211; VORTEX</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 19:28:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armazém da Alergia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Alergia Respiratória]]></category>
		<category><![CDATA[Asma]]></category>
		<category><![CDATA[Bombinha]]></category>
		<category><![CDATA[Broncodilatador]]></category>
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		<description><![CDATA[O VORTEX é uma câmara espaçadora não eletrostática com válvula unidirecional • Mais eficaz por ser de alumínio, não retém energia eletrostática, deposita maior quantidade de medicamento; • Pode ser esterilizadas, fervida ou lavada no lava-louças; • Adaptador universal que se adapta a qualquer tipo de Aerossol dosimetrado (Spray) • A Válvula unidirecional evita com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O VORTEX é uma câmara espaçadora não eletrostática com válvula unidirecional <a  href="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/espacador-vortex.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-502" title="espacador-vortex"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-504" title="espacador-vortex" src="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/espacador-vortex-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>• Mais eficaz por ser de alumínio, não retém energia eletrostática, deposita maior quantidade de medicamento;</p>
<p>• Pode ser esterilizadas, fervida ou lavada no lava-louças;</p>
<p>• Adaptador universal que se adapta a qualquer tipo de Aerossol dosimetrado (Spray)</p>
<p>• A Válvula unidirecional evita com que o CO2 (Gás Carbônico) misture-se com o medicamento;</p>
<p>• Permite a utilização de máscaras para crianças.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Os espaçadores surgiram no fim da década de 1970 e se desenvolveram com variadas formas e tamanhos. Trata-se de tubo plástico ou de metal, interposto entre a face do paciente e o dispositivo pressurizado gerador do aerossol, que se acopla ao AD (bombinha). Em termos absolutos e relativos, o espaçador diminui a quantidade do fármaco que fica retida nas vias aéreas superiores e deglutida.</p>
<p>O uso de espaçadores facilita a administração do fármaco, pois reduz a necessidade dos pacientes em coordenar a inalação com a respiração, logo após a dosagem. A incoordenação ocorre, com frequência, em crianças com idade inferior a cinco anos, principalmente naquelas que possuem respiração superficial e padrões respiratórios irregulares. A deposição do fármaco no órgão alvo é muito mais eficiente quando se utiliza o AD associado à aerocâmara. Assim, há redução da deposição do fármaco na região orofaríngea, pois o espaçador retém as partículas de maior diâmetro, que normalmente não iriam para o estado gasoso, devido ao curto espaço que percorreria desde o spray até a boca, podendo ficar retidas na cavidade oral e orofaríngea.</p>
<p>Com o espaçador, as partículas de maior tamanho ficam retidas no interior do extenso dispositivo, devido à resistência do ar, aumentando a probabilidade das mesmas evaporarem e alcançarem seu destino final (pulmões), reduzindo a deposição orofaríngea em 80%. Com o espaçador, cerca de 20% das partículas geradas pelo aparelho atingem o destino final, as vias aéreas inferiores, enquanto 16% são depositas nas vias aéreas superiores e 56% ficam retidas no interior do tubo. Caso a terapia inalatória fosse realizada sem o uso da aerocâmara, haveria deposição de aproximadamente 80% nas vias aéreas superiores, incluindo a cavidade orofaríngea, reduzindo a quantidade do medicamento que chegaria aos pulmões e aumentando a probabilidade de efeitos sistêmicos indesejáveis.</p>
<p>É recomendado seu uso sempre que possível, principalmente ao se usar corticóides inalatórios, pois, além de reduzir efeitos sistêmicos da corticoterapia, reduz o risco de candidíase oral. Pacientes em crise de asma necessitam de agonistas beta-β2 e, muitas vezes, são tratados, em emergências, com nebulizadores. Tal fato ocorre pois se supõe que a utilização de AD, nesse momento, seria inadequada, devido à incoordenação causada pelo desconforto respiratório e, consequentemente, a administração de um elevado número de dose do medicamente sem o alcançar o efeito benéfico desejado. Nessa situação, o uso de AD com espaçador ainda é indicado, pois reduz a quantidade de fármaco que seria dado ao paciente, além de se obterem ótimos resultados, devido a uma melhor deposição do medicamento no sistema respiratório.</p>
<p>A máscara facial é uma vantagem para crianças muito novas que não conseguem fixar sua boca ao redor do bucal, deixando escapar parte do medicamente. Por isso deve-se dar preferência a um sistema com um espaçador com válvula unidirecional e uma máscara facial bem acoplada ao rosto da criança, principalmente em menores de cinco anos de idade. Como o nariz possui passagens estreitas, tortuosas e estruturas como os cornetos, nas quais as partículas podem se impactar, a inalação pela boca deve sempre ser recomendada.</p>
<p>A maioria dos espaçadores utilizados atualmente é feita de plástico. Sua superfície interna, onde há contato com o medicamento, gera acúmulo de cargas estáticas, principalmente quando manuseados pelo próprio paciente. Isso pode resultar em retenção parcial medicamentosa, atraída pela parede interna do dispositivo. Para evitar tal perda, deve se lavar o interior do espaçador com detergente, enxaguar em água corrente e deixa-lo secar ao ar livre. Assim, o fármaco poderia chegar em maior quantidade ao seu destino final.</p>
<p>Existem espaçadores de plástico feitos com material antiestático, diminuindo a perda de partículas do fármaco durante a passagem do mesmo no interior do espaçador, ou espaçadores feitos de metais, que não produzem cargas eletrostáticas. Devido as propriedades não eletrostáticas, os espaçadores de metal apresentam significativa melhora na passagem do fármaco pelo seu interior, se comparados com espaçadores de plástico.”</p>
<p>Saiba mais:</p>
<p><a href="http://www.scielo.br/pdf/%0D/jped/v81n4/v81n4a03.pdf" target="_blank">http://www.scielo.br/pdf/%0D/jped/v81n4/v81n4a03.pdf</a></p>
<p><a  href="http://www.sopterj.com.br/suplemento/2009_pneumopediatria/07.pdf" target="_blank">http://www.sopterj.com.br/suplemento/2009_pneumopediatria/07.pdf</a></p>
<p><a  href="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/VORTEX.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-502" title="VORTEX"><img class="aligncenter size-medium wp-image-503" title="VORTEX" src="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/VORTEX-300x127.jpg" alt="" width="300" height="127" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Sacolas Retornáveis &#8211; In Bag</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 18:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armazém da Alergia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[InBag]]></category>
		<category><![CDATA[Reciclar]]></category>
		<category><![CDATA[Sacolas Retornáveis]]></category>

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		<description><![CDATA[Substitua sua sacola de plástico por uma sacola retornável! Adquira sua in bag no Armazém da Alergia! Por serem suficientemente compactas podem ser guardadas em sua bolsa, porta-luvas e pequenos lugares, garantindo sempre uma in bag à sua disposição. As sacolas ecológicas in bag são práticas, resistentes, impermeáveis, fáceis de serem limpas, modernas e feitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Substitua sua sacola de plástico por uma sacola retornável! <a  href="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/inbag.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-495" title="inbag"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-496" title="inbag" src="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/inbag-150x150.jpg" alt="inbag" width="150" height="150" /></a></strong></p>
<p><strong>Adquira sua in bag no Armazém da Alergia!</strong></p>
<p><strong></strong></p>
<p>Por serem suficientemente compactas podem ser guardadas em sua bolsa, porta-luvas e pequenos lugares, garantindo sempre uma in bag à sua disposição.</p>
<p>As sacolas ecológicas in bag são práticas, resistentes, impermeáveis, fáceis de serem limpas, modernas e feitas de poliéster, material que a natureza aprova, e projetadas para substituir as sacolas de plásticos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A in bag:</strong></p>
<p>- Com o devido cuidado, as in bag’s duram por muitos anos. Imagine quantas sacolas plásticas você economizará em 1 ou 2 anos por exemplo.</p>
<p>- Não possuem qualquer produto químico que agrida a natureza.</p>
<p>- O uso da sacola ecológica pode significar uma economia de até 6 saquinhos plásticos por semana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>As sacolas plásticas:</strong></p>
<p>- Menos de 1% dos sacos plásticos são reciclados.</p>
<p>- Sacos plásticos entopem bueiros e dificultam o escoamento de água.</p>
<p>- Sacos plásticos são feitos de polietileno, um termoplástico obtido através do petróleo, um recurso não renovável.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Benefícios do uso da sacola retornável</p>
<p>Você se torna um consumidor do Século XXI, com responsabilidade ambiental.</p>
<p>Você encerra sua atividade de plastificador do planeta – cada família com 4 pessoas polui o planeta com mais de 1.000 sacolas plásticas por ano.</p>
<p>Ao utilizar 1 sacola retornável você deixa de utilizar aproximadamente 500 sacolas por ano.</p>
<p>Você economiza recursos naturais e energia para a fabricação de bilhões de sacolas plásticas todos os anos.</p>
<p>Ao adquirir as sacolas retornáveis você está ajudando a neutralizar suas emissões de carbono.</p>
<p>A produção de sacolas plásticas e a dos demais produtos que consumimos diariamente emitem carbono, que é um gás do efeito estufa, que está aumentando a temperatura da terra.</p>
<p>Reduza o consumo de embalagens dispensáveis.</p>
<p>Reutilize tudo que for possível.</p>
<p>Recicle – separe para a reciclagem todo material que possa ser reciclado.</p>
<p>A soma destas pequenas ações é que farão a diferença na preservação do planeta para os seres de amanhã.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja o Vídeo: <a  href="http://www.youtube.com/watch?v=q-slu4st3x8">In Bag</a></p>
<p><a  href="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/bolsa-sec-home.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-495" title="in-bag"><img class="aligncenter size-medium wp-image-497" title="in-bag" src="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/bolsa-sec-home-267x300.jpg" alt="in-bag" width="267" height="300" /></a></p>
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		<item>
		<title>II Intercâmbio Clínico da Associação Baiana de Musicoterapia</title>
		<link>http://www.armazemdaalergia.com.br/ii-intercambio-clinico-da-associacao-baiana-de-musicoterapia/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2012 18:11:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armazém da Alergia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Musicoterapia]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a  href="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/interclimt.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-491" title="interclimt"><img class="aligncenter size-large wp-image-492" title="interclimt" src="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/interclimt-744x1024.jpg" alt="" width="744" height="1024" /></a></p>
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		<title>Dieta de exclusão na APLV (alergia a proteína do leite de vaca)</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 13:50:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armazém da Alergia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Alergia Alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
		<category><![CDATA[APLV]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>
		<category><![CDATA[Dieta de exclusão]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é a dieta de exclusão e para que serve? A dieta de exclusão é um recurso fundamental para confirmar o diagnóstico da APLV, além de fazer parte do tratamento. - A dieta de exclusão no diagnóstico Quando o pediatra suspeitar que a criança possa ter APLV, indicará uma dieta de exclusão que deve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é a dieta de exclusão e para que serve?</strong></p>
<p>A dieta de exclusão é um recurso fundamental para confirmar o diagnóstico da APLV, além de fazer parte do<a  href="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/bebe-comendo-papinha-13289.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-488" title="bebe-comendo-papinha"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-489" title="bebe-comendo-papinha" src="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/bebe-comendo-papinha-13289-150x150.jpg" alt="bebe-comendo-papinha" width="150" height="150" /></a> tratamento.</p>
<p>- A dieta de exclusão no diagnóstico</p>
<p>Quando o pediatra suspeitar que a criança possa ter APLV, indicará uma dieta de exclusão que deve durar no mínimo 4 semanas, pois esse é o período em que se deve observar se os sintomas regridem ou desaparecem.</p>
<p>Quando o bebê está em fase de amamentação exclusiva, a dieta de exclusão deve ser feita pela mãe, pois a proteína do leite de vaca presente nos alimentos que a mãe ingere pode passar para o bebê através do leite materno.</p>
<p>Após 4 semanas com a deita de exclusão, caso haja o desaparecimento dos sintomas, o médico indicará a ingestão de pequenas quantidades de leite de vaca para confirmar a APLV com o reaparecimento dos sintomas</p>
<p>- A dieta de exclusão no tratamento</p>
<p>Se a avaliação médica inicial confirmar o diagnóstico de APLV, então a dieta de exclusão deve ser seguida por um tempo maior, entre 6 e 12 meses. Depois desse período, novos testes devem ser feitos para verificar se a criança já desenvolveu tolerância.</p>
<p><strong>Meu filho mama no peito, o que eu faço?</strong></p>
<p>Se a criança está em aleitamento materno exclusivo e apresenta sintomas de APLV, então você mamãe, é quem deverá fazer a dieta de exclusão e retirar do seu cardápio todo e qualquer alimento que contenha leite de vaca e seus derivados.</p>
<p><strong>Se o leite de vaca e seus derivados estão proibidos, posso substituir por outros leites como o de cabra ou o de soja?</strong></p>
<p>Não! O leite outros mamíferos oferece os mesmos riscos que o leite de vaca, pois também tem grande potencial para provocar alergias. Nas dietas de exclusão do leite de vaca e derivados, principalmente em lactentes, não se deve utilizar a proteína da soja, seja em fórmulas especiais ou em alimentos complementares, pelo risco de desenvolvimento de alergia à proteína da soja que ocorre com freqüência em crianças com APLV. Bebidas à base de soja são inadequadas para bebês por conterem baixas quantidades de nutrientes importantes, como por exemplo o cálcio. Se o seu filho recebeu o diagnóstico de APLV, somente o médico e/ou o nutricionista podem indicar a melhor alimentação para ela.</p>
<p><strong>Como vou alimentar meu filho?</strong></p>
<p>Crianças com APLV não amamentadas devem ser alimentadas com fórmulas não-alergênicas (à base de aminoácidos) ou hipoalergênicas (extensamente hidrolisadas).</p>
<p>Se o seu filho já estiver na introdução dos sólidos, os alimentos devem ser oferecidos com cautela para controle de reações alérgicas.</p>
<p><strong>Com a dieta de exclusão o meu filho corre o risco de ficar mal alimentado?</strong></p>
<p>O leite é a principal fonte de cálcio – mineral essencial para o crescimento e para a saúde da criança. Como esse alimento tem que ser excluído da dieta, então o médico e/ou nutricionista poderão indicar o uso de um suplemento de cálcio na dose correta para o seu filho, se necessário!</p>
<p>As mães que estiverem amamentando e forem incluídas na dieta de exclusão, também devem receber uma suplementação de cálcio.</p>
<p><strong>Cuidado com a contaminação cruzada!</strong></p>
<p>A contaminação cruzada poderá acontecer quando os utensílios domésticos utilizados para preparar os alimentos não estiverem devidamente limpos, ou tiverem algum resíduo de leite e seus derivados.</p>
<p>Outra forma comum é través do beijo ou mesmo de cremes hidratantes que contenham leite e seus derivados na fórmula. Cuidado!</p>
<p><strong>Olho no rótulo!</strong></p>
<p>Se você ou seu filho estão fazendo uma dieta de exclusão, ler o rótulo dos alimentos industrializados é fundamental para evitar reações alérgicas e complicações no tratamento.</p>
<p>Verifique sempre:</p>
<p>• Isenção de leite, iogurte, leite condensado, leite evaporado, leite em pó, leite maltado, creme de leite, nata, coalhada, queijos, manteigas e derivados.</p>
<p>• Alimentos que usam leite na sua formulação como: biscoitos, chocolate, doces e pudins.</p>
<p>• Os termos que indicam a presença de leite no alimento: leite, soro de leite, caseína, caseinato de sódio ou cálcio, lactose (pode conter resíduos de proteína do leite), lactoalbumina, traços de leite e proteína do leite.</p>
<p>• Os termos que indicam a presença de soja nos alimentos: extrato de soja, lecitina de soja, proteína isolada de soja, proteína vegetal hidrolisada, gordura vegetal hidrogenada e gordura vegetal.</p>
<p>• Existem margarinas com 50% de leite e 50% de gordura vegetal.</p>
<p>• Os alimentos processados como hambúrguer , kibe, salame, almôndegas, carnes empanadas, sardinha em lata, atum em lata, entre outros, podem conter soja e até mesmo leite.</p>
<p>• As salsichas têm proteína vegetal de soja e podem conter lactose</p>
<p>• As sopas industrializadas e outros pratos prontos podem conter leite, queijo ou margarina.</p>
<p>• Os produtos de confeitaria e panificação como bolos, tortas, sonhos e doces em geral podem conter leite, soja e derivados.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> Folder distribuído pela Support (neocate@supportnet.com.br)</p>
<p><strong>O ALEITAMENTO MATERNO É A MELHOR FORMA DE PREVINIR E TRATAR A ALERGIA Á PROTEÍNA DO LEITE DE VACA.</strong></p>
<p><strong>O QUE CURA A ALERGIA É UMA DIETA DE EXCLUSÃO CORRETA. FÓRMULAS INFANTIS SÃO APENAS COMPLEMENTOS – AMAMENTE</strong>!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>IV Congresso Nacional de Doença Celíaca</title>
		<link>http://www.armazemdaalergia.com.br/iv-congresso-nacional-de-doenca-celiaca/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 10:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armazém da Alergia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_484" class="wp-caption aligncenter" style="width: 734px"><a  href="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/cartaz-congresso.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-483" title="IV Congresso Nacional de Doença Celíaca"><img class="size-large wp-image-484" title="IV Congresso Nacional de Doença Celíaca" src="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/cartaz-congresso-724x1024.jpg" alt="IV Congresso Nacional de Doença Celíaca" width="724" height="1024" /></a><p class="wp-caption-text">IV Congresso Nacional de Doença Celíaca</p></div>
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		<title>O retardo do diagnóstico da alergia alimentar pode repercutir no crescimento?</title>
		<link>http://www.armazemdaalergia.com.br/o-retardo-do-diagnostico-da-alergia-alimentar-pode-repercurtir-no-crescimento/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 12:39:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armazém da Alergia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Alergia]]></category>
		<category><![CDATA[Alergia Alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[APLV]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[dieta]]></category>

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		<description><![CDATA[“O crescimento é um processo contínuo que sofre a interação de vários fatores, compreendendo tanto determinantes biológicos, genéticos e étnicos, como também fatores exógenos, tais como condições nutricionais, culturais, ambientais e sociais. Identificar esses fatores precocemente é importante para se evitar risco nutricional a curto prazo, bem como prevenir problemas futuros, como a baixa estatura. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“O crescimento é um processo contínuo que sofre a interação de vários fatores, compreendendo tanto determinantes biológicos,<a  href="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/crescimento-infantil.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-479" title="crescimento-infantil"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-480" title="crescimento-infantil" src="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/crescimento-infantil-150x150.jpg" alt="crescimento-infantil" width="150" height="150" /></a> genéticos e étnicos, como também fatores exógenos, tais como condições nutricionais, culturais, ambientais e sociais. Identificar esses fatores precocemente é importante para se evitar risco nutricional a curto prazo, bem como prevenir problemas futuros, como a baixa estatura. O crescimento é particularmente intenso nos dois primeiros anos de vida, período em que se observa a maior velocidade de crescimento extrauterino. Quando um agravo à saúde da criança instala-se nessa faixa etária, pode comprometer tanto o peso quanto o comprimento.</p>
<p>Dentre as causas secundárias que levam ao déficit do crescimento encontram-se várias condições clínicas, mas nesse artigo será enfatizada a alergia alimentar (AA), particularmente a alergia a proteína do leite de vaca (APLV), que é mais comum e mais importante nos dois primeiros anos de vida, período em que o organismo é mais vulnerável aos distúrbios do crescimento.</p>
<p>A alergia alimentar é a manifestação clínica de uma hipersensibilidade, desencadeada por mecanismos imunológicos específicos, ou uma resposta imune adversa aos alimentos. Importante ressaltar que o termo alergia pressupõe uma caracterização de um mecanismo patogênico de base imunológica e, quando isso não pode ser demonstrado, melhor usar o termo intolerância à alergia alimentar.</p>
<p>A prevalência de alergia alimentar varia com a idade, com a dieta e com outros fatores, como a metodologia e conceito adotado. De uma forma geral, é estimado que a prevalência de alergia a algum alimento pode atingir de 6 a 8% das crianças menores de três anos. As proteínas do leite de vaca são os alérgenos mais comuns na faixa etária pediátrica, com uma incidência de cerca de 2% a 7,5% no primeiro ano de vida.</p>
<p>O mecanismo patogênico da alergia alimentar envolve alérgenos alimentares que induzem à formação de anticorpos do tipo IgE específicos que se fixam aos receptores de mastócitos e basófilos, com liberação de mediadores vasoativos (hipersensibilidade imediata). Pode também envolver IgE e linfócitos T e citocinas pró-inflamatórias (reações mistas). E ainda ocorre reações não imediatas pelo anticorpo IgE, do tipo citotóxicas, por imunocomplexos ou mediadas por células T (não IgE mediada ou por hipersensibilidade tardia).</p>
<p>A resposta de hipersensibilidade imune aos alimentos apenas vai ocorrer se alguns fatores predisponentes estiverem presentes, como a predisposição genética e a quebra da barreira mucosa do trato gastrointestinal com a absorção de macromoléculas capazes de desencadear a resposta alergênica.</p>
<p>As manifestações clínicas são bastante diversas, o que pode dificultar o reconhecimento adequado, tanto ocorrendo o diagnóstico errôneo como a não detecção precoce do quadro. <strong>De uma forma geral, o diagnóstico tardio pode acarretar comprometimento do crescimento, anemia e déficit de vários nutrientes, o que pode levar à desnutrição grave.</strong></p>
<p>Vários alimentos podem causar alergia, porem o leite de vaca é o principal deles. É muito utilizado na alimentação infantil devido ao seu alto teor de proteínas de qualidade, de cálcio e de outros nutrientes, sendo um alimento de excelente valor biológico.</p>
<p>Após o desmame, o leite de vaca é um dos alimentos mais utilizados no início da vida e alergia ao leite de vaca, quando não detectada precocemente, representa um risco à nutrição e ao crescimento pleno, independente da manifestação clínica da doença, mas é especialmente elevado quando existe o comprometimento do trato gastrointestinal.</p>
<p>Em um estudo recente sobre a apresentação clínica e nutricional dos pacientes com APLV, de Vieira et al., a análise do peso e estatura apresentaram maior déficit (menor – 2,0 desvio-padrão) do que esperado (2,5%), de acordo com os valores de referência do CDC-NCHS (2000).</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Após ser estabelecido o diagnóstico, a conduta imediata é retirar da dieta a proteína causadora da reação alérgica, acompanhada da educação dos pais e dos envolvidos no cuidado coma criança. Nos casos onde há manifestação de urticária e/ou angioedema e anafilaxia, se faz necessário o uso de medicamentos como anti-histamínicos e corticoesteróides.</p>
<p>Quando a proteína causadora da alergia é a do leite de vaca, o diagnóstico adequado precoce pode evitar riscos ao crescimento e desenvolvimento do lactente que se encontra em período vulnerável de potencialidades. Além do diagnóstico precoce, como nessa faixa etária de idade o leite é o principal alimento, a substituição do mesmo por produto inadequado e sem orientação específica pode trazer muitas conseqüências, como baixo ganho de peso e atraso no crescimento.</p>
<p>Muitos pediatras seguem com o antigo conceito de que o peso ou a estatura que a criança perdeu ou deixou de ganhar hoje, ela vai recuperar amanhã. Os efeitos do déficit nutricional, a médio e a longo prazo, podem trazer também prejuízos para o plano desenvolvimento, especialmente quando atinge a criança nos três primeiros anos de vida, que é a época crítica de vulnerabilidade do sistema nervoso central. <strong>Assim, é importante que seja promovida a manutenção do crescimento e desenvolvimento, para que a criança atinja seu potencial genético máximo.</strong></p>
<p>Nesse aspecto, uma atuação conjunta e cuidadosa de vigilância e acompanhamento clínico da criança com alergia alimentar por uma equipe multidisciplinar aoferece uma perspectiva plena de recuperação ao pequeno paciente.</p>
<p>(&#8230;)”</p>
<p><strong>Autores:</strong></p>
<p>Dr Emanuel Sarinho – Professor Adjunto e Supervisor da Residência Médica em Alergia e Imunologia da Universidade Federal de Pernambuco</p>
<p>Dra. Ana Maria Cunha – Preceptora da Residência Médica em Alergia e Imunologia Clínica da Universidade federal de Pernambuco</p>
<p><strong>Fonte:</strong></p>
<p>Revista Alergia Alimentar em Foco Ano 02, Número 04, Junho/2011</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Workshop de Preparação para o Parto para Casais Grávidos</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 10:27:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Armazém da Alergia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Armazém da Alergia recomenda: Workshop de Preparação para o Parto para Casais Grávidos Objetivo: A intenção é trabalhar com um grupo pequeno de casais para que assim as suas individualidades e necessidades possam ser alcançadas. O encontro tem a finalidade de abordar alguns aspectos da gravidez que normalmente não são manifestados nem refletidos. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Armazém da Alergia recomenda:</p>
<p><strong>Workshop de Preparação para o Parto para Casais Grávidos <a  href="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/gravidez.jpg" class="thickbox no_icon" rel="gallery-476" title="gravidez"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-477" title="gravidez" src="http://www.armazemdaalergia.com.br/wp-content/uploads/gravidez-150x150.jpg" alt="gravidez" width="150" height="150" /></a></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Objetivo:</strong></span></p>
<p>A intenção é trabalhar com um grupo pequeno de casais para que assim as suas individualidades e necessidades possam ser alcançadas.</p>
<p>O encontro tem a finalidade de abordar alguns aspectos da gravidez que normalmente não são manifestados nem refletidos.</p>
<p>O trabalho enfatizará a gestação, o trabalho de parto e o parto com a intenção de possibilitar o conhecimento da dualidade (dar x receber; coragem x medo; dor x prazer; desamparo x acolhimento).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Programação:</strong></span></p>
<ul>
<li>1° Contextualização: O paradoxo do parto na sociedade contemporânea e as possíveis mudanças de paradigmas;</li>
<li>2° Os 3 princípios da gravidez: equílibrio, gravidade e movimento;</li>
<li>3° Medos: as suas formas de manifestação no parto/maternidade;</li>
<li>4° Respiração: expansão, alinhamento e conexão;</li>
<li>5° Trabalho corporal;</li>
<li>6° Técnicas de alívio da dor;</li>
<li>7° Fotos e filmes.</li>
</ul>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Informações:</strong></span></p>
<p>Facilitadoras / Contatos:</p>
<ul>
<li>Ana Boulhosa</li>
</ul>
<p>Doula, Ed. Perinatal</p>
<p>Terapeuta Clínica</p>
<p>anaboulhosa@ventrematerno.com.br</p>
<p>71 &#8211; 3491-3831 / 9973-4770</p>
<ul>
<li>Anne Sobotta</li>
</ul>
<p>Instrutora de Yoga especializada</p>
<p>yogagravidez@gmail.com</p>
<p>71 &#8211; 3024-5135 / 8231-4135</p>
<p> <span style="text-decoration: underline;"><strong>Local e Horário:</strong></span></p>
<p>Data: 21 de janeiro de 2011</p>
<p>Horário: das 09h00 às 17h30 (com intervalo para almoço)</p>
<p>Local: Clínica Rosácea – Pituba</p>
<p>Investimento (valor por casal): R$250,00 com pagamento até dia 11/01</p>
<p>R$280,00 a partir do dia 12/01</p>
<p>Modo de Pagamento*: Em mãos ou depósito em conta até sexta-feira, 20/01/12</p>
<p>Conta para depósito:</p>
<p>Ana Ma. Boulhosa – Banco do Brasil Ag. 1803-1, C/C 5.142-X</p>
<p>Anne Julie Sobotta – Banco HSBC, Ag. 0293, C/C 26747-60</p>
<p>* Entrar em contato para opção de pagamento parcelado.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Inscrição e reserva de vaga:</strong></span></p>
<p>* A reserva de vaga só poderá ser feita mediante o preenchimento da Ficha de Inscrição e a apresentação do comprovante de pagamento.</p>
<p>* Gestantes que não possam ser acompanhando pelo pai do bebê: o workshop pode ser feito com outro acompanhante. Entrar em contato para mais informações.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Realização: </strong></span></p>
<p><a  href="http://www.ventrematerno.com.br" target="_blank">VENTRE MATERNO </a></p>
<p>Ana Boulhosa &amp; Anne Sobotta</p>
<p>Coordenadoras</p>
]]></content:encoded>
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